Eu realmente acreditava que estava fazendo a coisa certa.
Depois que a mãe da minha melhor amiga faleceu em agosto de 2025, ela sentiu como se o chão tivesse sumido debaixo dos seus pés. O luto não chegou de uma vez — veio em ondas. Alguns dias ela seguia a vida silenciosamente, mas de pé. Em outros, simplesmente sair da cama parecia impossível. Eu a observava se forçar a ser “forte”, da maneira que as pessoas esperam quando seu mundo desmorona, e eu sabia que seu apartamento — barulhento, apertado, cheio de lembranças — só tornava as coisas mais difíceis.
Então, ofereci a ela a casa onde passei minha infância.