Alzheimer: 2 sinais noturnos que exigem atenção

Alzheimer: 2 sinais noturnos que exigem atenção

Publicado em 2026

Os especialistas em doença de Alzheimer alertam para sinais precoces que muitas vezes passam despercebidos, especialmente quando surgem durante a noite. Com o envelhecimento progressivo da população, o número de casos continua a crescer, tornando ainda mais importante reconhecer os primeiros indícios da doença o quanto antes.

Estima-se que entre 55 e 57 milhões de pessoas vivam atualmente com demência em todo o mundo, sendo que a doença de Alzheimer representa entre 60% e 70% desses casos. Esse número pode atingir 152 milhões até 2050. Em alguns países, como a França, cerca de um milhão de pessoas já são afetadas, especialmente entre indivíduos com mais de 65 anos.

Por que é importante identificar os primeiros sinais?
A doença de Alzheimer é frequentemente associada à perda de memória, mas seus efeitos vão muito além disso. Inicialmente, ela afeta os neurônios do hipocampo, região do cérebro responsável pela memorização. Com o tempo, porém, outras áreas também são comprometidas.

Isso pode provocar dificuldades na fala, na coordenação de movimentos, na tomada de decisões e na realização de tarefas simples do dia a dia. Por isso, reconhecer sinais precoces permite buscar avaliação médica e acompanhamento adequado o quanto antes.

Diversos fatores podem aumentar o risco de desenvolver a doença. O principal deles é a idade, com maior incidência após os 65 anos e crescimento significativo após os 80. Além disso, o estilo de vida tem papel relevante: sedentarismo, alimentação desequilibrada, tabagismo e estresse crônico podem contribuir para o desenvolvimento da condição.

Doenças cardiovasculares, como hipertensão, diabetes tipo 2 e colesterol elevado, também estão associadas a um risco maior. O isolamento social e a depressão não tratada são outros fatores que podem influenciar negativamente.

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