Queimar alecrim seco no galinheiro: um método antigo que ainda funciona
🌿 Antes dos desinfetantes industriais, os camponeses italianos e seus colegas franceses queimavam maços de alecrim seco no estábulo e no galinheiro uma vez por mês.
Não era só um ritual, era uma técnica.
A queima do alecrim libera cânfora, cineol, alfa-pineno e ácido rosmarínico em forma de gás.
Em locais fechados, esses compostos atingem concentrações letais para artrópodes: moscas, mosquitos, ácaros, pulgas e piolhos, sem afetar mamíferos e aves, que toleram concentrações muito maiores.