"Está tudo bem", disse calmamente. "Você não precisa se casar comigo."
E então eu vi — algo mais frio do que suas palavras.
AlÃvio.
Ele disfarçou rapidamente, substituindo o alÃvio por preocupação — mas eu vi. E não fui a única.
Reconheci aquele olhar. É a mesma expressão que os homens de negócios têm quando pensam que escaparam do pior — pouco antes de perceberem a gravidade da situação.
Respirei fundo.
Mauricio achava que a pior parte da noite tinha sido eu ouvi-lo. Ele imaginava que terminaria com um silêncio constrangedor, talvez alguma fofoca, algo que ele pudesse usar a seu favor depois.
Ele ainda não entendia.
O verdadeiro problema não era me perder.
Era tudo o que ele estava prestes a perder comigo.
E quando falei de novo, até o garçom que passava diminuiu o passo —
Como se ele também pressentisse que algo muito maior estava prestes a acontecer.
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