Ele entrou na minha vida como se estivesse esperando o momento perfeito.
Ele ouviu minha situação sem demonstrar nenhuma emoção. Então, calmamente, disse que pagaria por tudo.
Cada centavo.
Mas não sem um preço.
Eu tinha que me casar com ele.
E tinha que assinar um contrato prometendo que jamais questionaria nada que acontecesse dentro da casa dele.
Eu não tinha o luxo de recusar.
Então eu disse sim.
Não houve um casamento de verdade — apenas assinaturas, olhares frios e um silêncio mais pesado que qualquer juramento.
Desde a primeira noite, algo parecia… estranho.
Tarde da noite, a porta do quarto rangeu ao se abrir. Acordei com o barulho. Ele estava parado ali, me observando, segurando um comprimido pequeno.
“Você precisa tomar isso”, disse ele baixinho. “Depois o dinheiro vai para o seu pai.”
Tentei perguntar por quê, mas ele não respondeu.
Ele apenas continuou me encarando.