Então eu engoli.
Em poucos minutos, meu corpo ficou pesado e eu caí num sono profundo e antinatural.
Quando acordei na manhã seguinte… não me lembrava de nada.
E não parou por aí.
Todas as noites eram iguais.
Ele entrava. Me dava o comprimido. Eu adormecia.
O que mais me aterrorizava não era o que eu sabia, mas sim o que eu não conseguia me lembrar.
Ele nunca ultrapassava limites óbvios. Era distante durante o dia. Quieto. Observador.
Mas algo estava errado.
O medo só aumentava.
Eu não sabia o que estava acontecendo comigo enquanto eu dormia.
E, eventualmente, a incerteza se tornou insuportável.
Então, tomei uma decisão.
Quebrei a regra.
Instalei uma câmera escondida.
Minhas mãos tremiam enquanto eu fazia isso. Se ele descobrisse, eu não sabia o que ele poderia fazer, mas eu precisava de respostas.
Aquela noite foi igual a todas as outras.
Ele entrou.
Tomei o comprimido.
Escuridão.
No dia seguinte, assim que ele saiu, tranquei a porta e reproduzi a gravação.
A princípio… nada.
Só eu, deitada ali, dormindo.
Minutos se passaram.
Então a porta se abriu.
Ele entrou devagar, aproximou-se da cama e sentou-se ao meu lado.
Prendi a respiração, com os olhos fixos na tela.
Ele se inclinou para mais perto… e delicadamente afastou meu cabelo do rosto.
Suavemente. Com cuidado. Quase… ternamente.
Mas algo parecia errado.
O jeito como ele me olhava.
O silêncio.
A imobilidade.
Eu queria parar o vídeo.
Mas não consegui.
Ele ficou ali, me observando… como se eu fizesse parte de algo que não entendia.
E naquele momento, me dei conta —
Isso nunca foi apenas sobre salvar meu pai.
Não era uma questão simples.
Era algo muito mais profundo.
Algo que eu mal tinha começado a desvendar…
O resto da história está no primeiro comentário 👇👇----------------- COMO LER O RESTO:
Passo 1: CURTA esta publicação
Passo 2: Altere de "Mais relevantes" para "Todos os comentários" e, em seguida, vá para a resposta abaixo do comentário fixado para ver a história completa