Por quê? Ninguém conseguia imaginar. Ei, se esta história já chamou sua atenção, inscreva-se no canal, ative o sininho, compartilhe com quem gosta de histórias que prendem a atenção e deixe um comentário abaixo dizendo de onde você está assistindo a este conto emocionante. Clara arrastou um homem do mercado de escravos de São Paulo, onde o sol de 1865 castigava o ar úmido da praça.
A carroça rangia sob o peso de seus parcos pertences. Um baú cheio de roupas de linho delicadas, herança de seu marido, que havia falecido dois invernos antes. Ele era coronel do comércio de café, dono de vastas terras no interior de Minas Gerais, mas deixou dívidas que devoravam a fazenda como cupins. Agora, Clara vendia tudo para sobreviver, exceto ele, o aleijado.
Qual era o nome dele? Ninguém perguntou. No leilão, o chamavam de aleijado. Ela o amarrou no fundo da carroça com cordas frouxas, não por medo, mas por hábito. Seus olhos, turvos como um rio lamacento, encontraram os dela pela primeira vez. Um lampejo fugaz, um reconhecimento. Klara virou o rosto, chicoteando a lama com um zelo desnecessário...
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